Os meus olhos vêem: Uma solidão.
Uma solidão que permanece,
Uma solidão que mata,
Uma solidão que mesmo dentre a multidão você sabe que ela te transforma em vazio e sozinho,
Este vazio monstruoso,
Este vazio que não pode ser preenchido apenas com diversões ou interações de dias,
Aquele vazio, que mesmo que você tente esquecer-lo...
Está ali, todo dia, toda tarde e toda madruga,
Um vazio sádico e irônico,
Um vazio que adora fazer você sofrer sem que os outros saibam ou percebam...
Um vazio que se apresenta todo dia: com um sorriso malicioso como...
VOCÊ.