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sábado, 2 de outubro de 2010

loneliness

Os meus olhos vêem: Uma solidão.

Uma solidão que permanece,
Uma solidão que mata,
Uma solidão que mesmo dentre a multidão você sabe que ela te transforma em vazio e sozinho,

Este vazio monstruoso,
Este vazio que não pode ser preenchido apenas com diversões ou interações de dias,
Aquele vazio, que mesmo que você tente esquecer-lo...

Está ali, todo dia, toda tarde e toda madruga,
Um vazio sádico e irônico,
Um vazio que adora fazer você sofrer sem que os outros saibam ou percebam...

Um vazio que se apresenta todo dia: com um sorriso malicioso como...

VOCÊ.

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